Prisões da Califórnia Gastam Milhões com Funcionários como 'Alarmes de Incêndio Humanos'
A falta de sistemas modernos de detecção de incêndio força o estado a pagar milhões para que funcionários monitorem fumaça e fogo.
Prisões estaduais na Califórnia estão desembolsando dezenas de milhões de dólares anualmente para empregar seus próprios funcionários em funções de vigia contra incêndios. A prática se tornou uma solução paliativa devido à obsolescência dos sistemas de alarme de incêndio, que não foram substituídos, exigindo que o pessoal da prisão monitore ativamente a presença de fumaça e fogo nas instalações.
Essa abordagem é adotada porque o custo de modernizar e instalar novos sistemas de alarme em todas as prisões é consideravelmente mais alto do que os gastos com a equipe de monitoramento. Especialistas apontam a contradição, observando que a legislação não permitiria que residências comuns operassem sem detectores de fumaça, mas as prisões do estado continuam a funcionar com essa deficiência crítica de segurança.
Como resultado, milhões de dólares dos contribuintes são direcionados anualmente para cobrir os salários desses "alarmes humanos", em vez de investir em uma infraestrutura de segurança contra incêndios mais robusta e permanente. A situação mantém um ciclo de despesas operacionais elevadas sem resolver a raiz do problema, deixando as instalações dependentes de vigilância manual para a detecção de emergências.
Fontes: CalMatters · LAist
Esta matéria foi escrita em português a partir dos fatos das fontes acima. O Daqui não traduz artigos um a um nem reproduz conteúdo integral das fontes.